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II Simpósio de Ecofisiologia Sistêmica convida para reflexões que ampliem as fronteiras do conhecimento

Publicado: Segunda, 31 Outubro 2016 15:04 | Última Atualização: Quarta, 26 Outubro 2016 13:21
[caption id="attachment_124952" align="alignright" width="249"]O II SES 2016: espaço aberto para a discussão de temas emergentes do estudo das interações entre planta e ambiente II SES 2016: espaço aberto para a discussão de temas emergentes do estudo das interações entre planta e ambiente[/caption] “Contribuições da história para a reflexão e produção científica”, essa foi a palestra de abertura do II Simpósio de Ecofisiologia Sistêmica - SES 2016, iniciado nesta quarta-feira (26/10), no Anfiteatro “Ramalhão”, do Departamento de Biologia da Universidade Federal de Lavras (DBI/UFLA). O evento, que segue até sexta-feira, tem a chancela da Sociedade Brasileira de Fisiologia Vegetal (SBFV), com a organização do Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal (PPGFV), Laboratório de Ecofisiologia Vegetal e Núcleo de Estudo em Fisiologia Vegetal. Não foi por acaso que o evento teve início com a apresentação da professora Marina Battistetti Festozo, professora do DBI/UFLA na área de Educação Científica e Ambiental. Por meio de um breve resgate histórico sobre a produção do conhecimento em sociedade e suas transformações, a aula magna convidou os participantes para uma reflexão sobre a forma como a ciência é produzida, suas contribuições, utilidades e evolução ao longo dos anos. E é justamente essa a proposta do II SES 2016, que se caracteriza como espaço aberto para a discussão de temas emergentes do estudo das interações entre planta e ambiente em seus aspectos mais amplos. A ideia é promover um ambiente favorável para discussão, desenvolvimento e disseminação de ideias inovadoras sobre a ecofisiologia de plantas, bem como suas aplicações mais diversas. Único evento no Brasil voltado para eco fisiologistas, a programação é voltada para os profissionais e estudantes que estão inseridos em ensino e pesquisa sobre a interação entre planta e ambiente. Não é apenas um evento de caráter técnico-científico, mas um fórum para o debate de perspectivas científicas originais e inovadoras (novas hipóteses, teorias e metodologias) que inspirem e motivem o avanço da Ecofisiologia no Brasil. [caption id="attachment_124953" align="alignleft" width="249"]professora Marina Festozo DBI/UFLA convida para reflexões sobre o modo de se fazer ciência Professora Marina Festozo DBI/UFLA convida para reflexões sobre o modo de se fazer ciência[/caption] Representando a Sociedade Brasileira de Fisiologia Vegetal, o professor Gustavo Maia Souza enfatizou que o evento traz a oportunidade de discutir temas que estão fora do paradigma central que envolve a ecofisiologia vegetal. “É muito importante quando grupos relevantes de pesquisa e universidades renomadas como a UFLA abram o debate sobre novas questões que ampliem a fronteira do conhecimento. A UFLA é um dos principais centros de pesquisa em fisiologia e ecofisiologia vegetal, com história e tradição”, destacou. Incentivo ao debate De acordo com o professor João Paulo Barbosa - presidente do evento, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal e tutor do Núcleo de Estudo em Fisiologia Vegetal, o objetivo é ampliar o debate sobre o tema ecofisiologia por meio de uma abordagem sistêmica e integrativa. Assim, o Simpósio segue a um modelo diferenciado, com a proposição de quatro painéis e a abertura de debate sobre diferentes temáticas: Instrumentação e Metodologias; Cognição/Inteligência em Plantas; Fisiologia do Estresse e Produção Vegetal. As mesas são mediadas por pesquisadores renomados em cada uma das áreas abordadas, mas as palestras são proferidas prioritariamente por jovens pesquisadores, com a apresentação de linhas de pesquisas inovadoras. “O evento oferece aos participantes uma oportunidade para compartilhar informações e resultados de pesquisa, estabelecer parcerias e formar massa crítica capaz de ampliar o conhecimento em temas emergentes e de vanguarda na fisiologia de plantas”, complementa. O formato do simpósio também inclui a apresentação de pôsteres. Porém, nesse ponto, também houve uma novidade. Os temas apresentados poderão ser discutidos presencialmente durante o evento e também por meio de um aplicativo criado especialmente para interação dos participantes, ampliando o fórum e os vínculos para futuras parcerias. Incentivo Institucional O pró-reitor de Pesquisa, professor Teodorico de Castro Ramalho, enfatizou em seu pronunciamento a admiração pela área da ciência e pelas pesquisas que envolvem a interação entre planta e ambiente, com reflexos na vida humana e na sociedade. O formato do Simpósio, segundo ele, propicia o debate de ideias, em temas se caracterizam pela relevância, complexidade e interdisciplinaridade. Presente na abertura do evento, o pró-reitor adjunto de pós-graduação da UFLA, professor Márcio Machado Ladeira, destacou os núcleos de estudos, considerados por ele como importante diferencial da Universidade. Entre as atribuições dos núcleos, a organização de eventos contribui para a formação de recursos humanos capacitados em trabalhar em grupo e com fortes relações interpessoais, características desejadas pelo mercado de trabalho. O evento foi organizado com o apoio do Núcleo de Estudo em Fisiologia Vegetal e teve o apoio financeiro da Capes e empresas parceiras. [caption id="attachment_124955" align="alignleft" width="612"]Legenda: Mesa de Honra de abertura: presidente do II Simpósio de Ecofisiologia Sistêmica, prof. João Paulo Delfino Barbosa; pró-reitor adjunto de pós-graduação da UFLA, prof. Márcio Ladeira; chefe do Departamento de Biologia, professor João Cândido de Souza; pró-reitor de Pesquisa, professor Teodorico Ramalho e o secretário-geral da Sociedade Brasileira de Fisiologia Vegetal, prof. Gustavo Souza Mesa de Honra de abertura: presidente do II Simpósio de Ecofisiologia Sistêmica, prof. João Paulo Delfino Barbosa; pró-reitor adjunto de pós-graduação da UFLA, prof. Márcio Ladeira; chefe do Departamento de Biologia, professor João Cândido de Souza; pró-reitor de Pesquisa, professor Teodorico Ramalho e o secretário-geral da Sociedade Brasileira de Fisiologia Vegetal, prof. Gustavo Souza[/caption]  
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