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Reitoria dá sequência a reuniões que buscam recursos para orçamento de 2018 e outros projetos

Escrito por Ana Eliza Alvim | Publicado: Quarta, 30 Agosto 2017 09:22 | Última Atualização: Quinta, 17 Agosto 2017 07:31
[caption id="attachment_137377" align="alignleft" width="249"] Diretoria da Andifes e equipe do MEC reunidas em Brasília. Foto: Andifes.[/caption] Dando continuidade às reuniões com agentes públicos em busca de viabilizar projetos da Universidade Federal de Lavras (UFLA), o reitor, professor José Roberto Soares Scolforo, esteve em Brasília na última semana para novas negociações. As principais articulações desse período foram com o Ministério da Educação (MEC) para garantia de um orçamento de custeio adequado para 2018. Em uma das reuniões com o Ministro da Educação, o encontro envolveu toda a diretoria da Andifes e a pauta foi a defesa do orçamento de todas as Instituições Federais de Ensino Superior brasileiras. Nesta semana e na próxima, a agenda na capital federal continua em andamento, com reuniões para apresentação de projetos e levantamento de recursos, especialmente de capital. Compromisso de aumento de 13% na matriz de custeio da UFLA para 2018 Em reunião com a Comissão de Orçamento do MEC, com a presença do ministro Mendonça Filho e da subsecretária de Planejamento e Orçamento do Ministério da Educação, Iara Ferreira Pinheiro, o principal resultado foi o compromisso de que o orçamento de custeio da UFLA para 2018 será 13% maior que o de 2017. De acordo com o professor Scolforo, essa é a maior matriz de custeio que a UFLA já teve. “Considerando o momento difícil pelo qual passa o País, trata-se de uma conquista a ser comemorada, porque é com esses recursos que poderemos manter - como tem sido feito até aqui – as atividades que dependem da terceirização, o pagamento de serviços  básicos como fornecimento de energia elétrica, telefonia e combustível, as manutenções, as matrizes dos diferentes órgãos da Universidade, o Programa Institucional de Bolsas (PIB/UFLA), a moradia estudantil, a assistência saúde, o restaurante universitário, as ações acadêmicas que permitem melhor desenvolvimento das aulas (principalmente de graduação), entre outras despesas”, detalha. Para o reitor, o alcance desse resultado positivo está ligado não só aos projetos, apresentados na reunião, que defendem a manutenção das atividades da Universidade, como também a projetos inovadores, que demonstram o compromisso da UFLA com a sociedade e com o País. Ele avalia que outro ponto importante para as negociações é o desempenho positivo que vem sendo alcançado pela Universidade e sua comunidade acadêmica. “Nossos números - com novos cursos e o crescimento das oportunidades oferecidas à sociedade no ensino, com o aumento do número de formandos, com o crescimento do desempenho na pesquisa e nas publicações em revistas qualificadas - são a demonstração do empenho da instituição em gerar resultados importantes para a sociedade. Representam o esforço de todos os atores institucionais – gestores, professores, técnicos administrativos, estudantes e outros colaboradores – que trabalham com afinco para servir à comunidade. Precisaremos sempre desse envolvimento de todos para continuar a lutar pelo avanço da instituição”, avalia. Na reunião, a UFLA contou também com o apoio do deputado federal Carlos Melles. Com a Andifes, em defesa demais Ifes Por ter passado a integrar, recentemente, a diretoria executiva da Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), professor Scolforo esteve também em outra reunião com o ministro da Educação, na qual toda a diretoria buscou defender a matriz de custeio das Ifes para 2018. “Nossa luta é para que não haja perdas para as instituições em geral, e para que a universidade pública possa continuar a cumprir seu papel social. Conseguimos o compromisso do ministro nessa direção e esperamos que isso se concretize”. Na próxima semana, haverá novo encontro com o MEC, desta vez para discutir os investimentos em despesas de capital. “O cenário não é favorável, em função da queda de arrecadação apresentada pelo governo e das limitações da PEC 55, mas nossa batalha será intensa para que tenhamos o investimento necessário às Ifes”. Outros projetos – reunião no Ministério da Agricultura Nessa terça-feira (15/8), o encontro foi com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Borges Maggi. O reitor; o assessor para Assuntos de Parcerias, Antônio Nazareno Guimarães Mendes; o diretor-presidente da Agência de Inovação do Café (InovaCafé), professor Luiz Gonzaga de Castro Júnior, e o vereador de Lavras Marcos Possato estiveram em audiência para apresentar diferentes projetos na área da agricultura. Um deles está relacionado à cadeia produtiva do café e tem o objetivo de agregar formas de geração de renda para os produtores. “É um projeto bastante complexo, mas que tem potencial de gerar grandes benefícios para o País”, explica Scolforo. Outra iniciativa proposta é a estruturação de um Centro de Qualidade e Segurança Alimentar, idealizada por professores dos departamentos de Ciência dos Alimentos (DCA) e Fitopatologia (DFP). A ideia é garantir a qualidade (e atestá-la por meio de certificação) dos produtos brasileiros que servem à alimentação humana e animal, protegendo a cadeia da agricultura. Há, ainda, a proposta de criação de um centro de excelência em horticultura na UFLA (base na Fazenda Palmital), com foco na agricultura familiar e na produção orgânica. O projeto tem é liderado pelo professor do Departamento de Agricultura (DAG) Wilson Roberto Maluf, que ao longo de sua carreira viabilizou uma série de cultivares de plantas na área de horticultura, juntamente com uma equipe dedicada a esse campo do conhecimento. Essas cultivares dão origem a sementes de alta qualidade e sua distribuição representa potencial de melhoria das condições de produção especialmente para a agricultura familiar e orgânica. “Sabemos que o momento econômico-financeiro é difícil e os projetos complexos, mas julgamos que, ainda assim, não podemos deixar de apresentar aos agentes públicos projetos que podem significar mais avanços para a agricultura brasileira. Afinal, a crise hoje poderia ser maior se não fosse a eficiência da agricultura, conquistada até o momento”, diz o reitor. Ele enfatiza a satisfação em receber, da comunidade acadêmica, projetos e propostas que buscam atender os agricultores brasileiros de modo amplo, sem privilégios de nichos específicos e com amplas possibilidades de benefício aos pequenos produtores. Missão técnico-científica na agenda Além dos compromissos da gestão, o reitor participou na manhã desta quarta-feira (16/8) de atividade científica da área de Ciências Florestais. Ele compartilhou com o público sua experiência sobre “Desafios e perspectivas do setor florestal brasileiro" durante a palestra de abertura do 3º Congresso Brasileiro Florestal no Cerrado, que ocorre na Universidade Federal de Goiânia (UFG).

 

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