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Fertilizantes e rações continuam pressionando os custos de Produção Agrícola

Escrito por Comunicação UFLA | Publicado: Quarta, 30 Julho 2008 11:07 | Última Atualização: Quarta, 30 Julho 2008 11:07

O Departamento de Administração e Economia da Universidade Federal de Lavras (DAE/UFLA) divulgou os resultados do levantamento dos Índices de Preços Agrícolas do mês de julho e os fertilizantes e as rações continuam pressionando os custos de produção do setor agrícola, seguidos pelos preços das sementes e mudas.

Em julho, o Índice de Preços Pagos (IPP) pelos insumos agropecuários teve uma alta de 3,08%, puxado pelos aumentos nos preços dos fertilizantes (5,3%), rações (10,72%), sementes e mudas (23,18%) e vermífugos (4,94%).

De janeiro a julho deste ano, os preços dos fertilizantes acumulam um aumento médio de 34,31%, as rações tiveram alta de 21,88% e as sementes e mudas, aumento de 18,15%. Em média, o IPP acumula uma alta de 14,04% em 2008. São levantados mensalmente os preços de 187 insumos agropecuários.

Avaliando a renda média do produtor em julho, medida pelo Índice de Preços Recebidos (IPR) pela venda de seus produtos agrícolas, o resultado foi negativo no mês, com queda média de 4,96%. Já no acumulado do ano, o IPR está em 14,28%. São pesquisados mensalmente 42 produtos agrícolas.

Esta queda da renda agrícola em julho foi puxada principalmente pela baixa dos preços dos grãos, revertendo uma tendência de alta dos últimos meses. A cotação do café caiu 11,65% e da do feijão, queda de 12,05%. A exceção ficou com o preço pago pelo milho ao produtor, com alta de 6,67%. 

Em média, os preços pagos pelos leites fluídos tipo B e C tiveram uma alta no mês de 0,92%, puxado pelo aumento do leite tipo B (2,7%), enquanto o preço do tipo C caiu, para o pecuarista, 0,8%. Entre os hortifrutigranjeiros, as maiores quedas verificadas em julho foram: brócolis (-33,33%), batata fiúza     (-13,25%), cebola (-13,04%), repolho (-12,73%) e abóbora (-10,96%). As altas ficaram concentradas no pepino (50,0%), pimentão e quiabo (25,0% cada) e batata e beterraba, com aumento no preço pago ao produtor por cada um destes produtos de 11,11%.

 

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