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Altas dos Hortifrutigrangeiros e dos Animais de rebanho leiteiro mudam Panorama no campo

Escrito por Comunicação UFLA | Publicado: Quinta, 03 Setembro 2009 17:07 | Última Atualização: Quinta, 03 Setembro 2009 17:07

O Departamento de Administração e Economia da Universidade Federal de Lavras (DAE/UFLA) divulgou os Índices de Preços Agrícolas referentes ao mês de agosto, que revelaram uma mudança de tendência no campo. Depois das altas dos preços dos insumos agrícolas nos últimos meses, superando a renda do produtor rural, a sustentação da renda agrícola em agosto veio da melhoria dos preços pagos pelos hortifrutigranjeiros e pelos animais de rebanho leiteiro (vacas leiteiras e cruzadas).

Em agosto, o Índice de Preços Recebidos (IPR) pela venda dos produtos agropecuários teve variação positiva de 4,93%, enquanto o Índice de Preços Pagos (IPP) pelos insumos agrícolas subiu 1,17%. Estes índices estimam, respectivamente, a variação da renda agrícola e o comportamento dos custos de produção do setor.

Na análise por setor, foram os hortifrutigranjeiros que mais pressionaram os preços no campo. A alta média deste grupo foi de 33,6%, com significativo destaque para os aumentos da laranja (226,09%), da berinjela (63,27%), da alface (58,33%), do tomate (53,85%) e da batata fiúza (45,43%).

Em média, os animais de rebanho leiteiro tiveram uma alta de 7,14% no mês.

O preço pago aos cafeicultores pela saca do produto aumentou 3,3% em agosto, ao contrário dos preços recebidos pelo arroz, com queda de 9,38% e do feijão, cuja cotação caiu 3,07%. Já o miho apresentou uma reação no mês de 6,61%.

Em agosto, tanto os preços do leite tipo C, quando os do tipo B, pagos aos pecuaristas, se mantiveram estáveis em relação aos valores pagos no mês passado.

Entre os insumos agrícolas que ficaram mais baratos em agosto, destacam-se os adubos (-10,15%), os herbicidas (-3,02%), os antibióticos (-4,85%) e a manutenção de equipamentos, cuja queda no mês foi 7,43%. As maiores altas verificadas entre os insumos foram as dos carrapaticidas, que ficaram mais caros, para o produtor, 11,25% e das vacinas, cuja alta foi de 3,72%.

 

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