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Jubileu de Ouro e de Prata

Escrito por Comunicação UFLA | Publicado: Segunda, 06 Setembro 2010 13:37 | Última Atualização: Segunda, 06 Setembro 2010 13:37
"É um reconhecimento da universidade aos seus ex-alunos, uma verdadeira troca de depoimentos. Quando comecei a estudar aqui, eu e minha esposa namorávamos. No final do primeiro ano, nos casamos e, ainda na faculdade, fui pai. Hoje, ela é meu braço direito na nossa empresa na área de irrigação”, afirma o engenheiro agrícola Carlos Rogério Rocha Faria, formado em 1985, pela então Esal.

Carlos Rogério é apenas um dos 45 ex-alunos que foram homenageados no Jubileu de Prata e de Ouro da UFLA, no último sábado. A sua esposa Maria Inês Andrade Rocha Faria também acabou sendo homenageada pelo marido e por colegas da turma. “Por conta de namorarmos na época, meu convívio com o pessoal da turma dele era bem grande. Em tantos anos de convivência, acabei aprendendo a gostar da área e, hoje, trabalhamos juntos, embora eu tenha estudado enfermagem”, conta ela.

Numa cerimônia alegre e repleta de momentos de descontração, esses profissionais relembraram, se divertiram e se emocionaram com as homenagens ocorridas na tarde de sábado (dia 04/09), no Salão de Convenções.

A mesa que dirigiu os trabalhos foi composta pela chefe de gabinete, Fátima Elizabeth da Silva, pelo prof. emérito da UFLA, Alfredo Sheid Lopes e pelo reitor da UFLA, prof. Antonio Nazareno Guimarães Mendes, que pessoalmente entregou os diplomas comemorativos pelos 25 e 50 anos de formatura a todos os homenageados presentes.

Primeira agrônoma

Um outro grande momento do jubileu foi o reconhecimento à sra. Arlete de Camargo Aranha, a primeira engenheira agrônoma formada em Minas Gerais e uma das cinco primeiras do Brasil, ex-aluna da UFLA e graduada em 1951. Destacados durante a cerimônia, ela e seu marido João de Camargo Aranha Neto foram aplaudidos por todo público presente, de pé.

Falando sobre sua época de estudante, Dona Arlete disse que, ao entrar na então Esal, já estava acostumada com um ambiente mais masculino, “eu fiz o ensino médio no que chamávamos de científico e, naquela época, as meninas costumavam estudar no clássico. Ainda cheguei a estudar contabilidade, mas não deu certo. Formada em Agronomia, fui professora no Gammon e, depois, trabalhei no Instituto Agronômico de Belo Horizonte”.

Jantar dançante

Na mesma data, ao anoitecer, mais de 600 pessoas, entre profissionais formados na UFLA e familiares puderam matar as saudades dos seus colegas num jantar dançante especialmente preparado para eles.  

 

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