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Cresce demanda por profissionais com Ensino Superior no setor agrícola

Escrito por Comunicação UFLA | Publicado: Segunda, 23 Mai 2011 02:16 | Última Atualização: Terça, 17 Mai 2011 02:15
FONTE: Canal Rural Pesquisa divulgada em 2010 mostra que os empregos com carteira assinada no setor do agronegócio tiveram um aumento de 35,8% na safra passada. Foram cerca de 175 mil postos de trabalhos ocupados no meio rural até julho de 2010. Em áreas como Engenharia Florestal, Agronomia e Medicina Veterinária são encontradas oportunidades. Para o consultor da MBAgro, José Carlos Hauscknet, a exigência da qualificação das vagas refletiu no aumento pela procura. "Isso nos leva a investir em tecnologias mais avançadas, em máquinas mais sofisticadas. E isso demanda uma mão de obra mais qualificada. Hoje existe uma escassez de mão de obra para o trabalho rural, que vem sendo substituída pelo uso de máquinas agrícolas," acredita. Além disso, o especialista também ressalta as mudanças na administração das propriedades. Hauscknet salienta que a qualificação na gestão do dentro da porteira influencia o crescimento do setor no país. "Estamos vendo um grande avanço na gestão das propriedades rurais, com a profissionalização dos grandes grupos que estão também fazendo uma governança melhor. A parte administrativa também está tendo um grande avanço," avalia. Ele acredita que os avanços passam tanto pela Educação Básica quanto pela Educação Superior. O consultor da MBAgro afirma que as universidades brasileiras são referências e auxiliam no processo do desenvolvimento agropecuário. "A educação é um processo básico para chegarmos ao desenvolvimento. O Ensino Superior brasileiro na área de ciências agrícolas é bastante desenvolvido. Desenvolvemos aqui uma série de tecnologias de pesquisas. É toda uma rede de conhecimento bastante importante para o desenvolvimento agropecuário," reforça. Mas o caminho do campo até a universidade ainda é um desafio para os jovens. De acordo com dados do IBGE, nem 2% dos universitários do país são da zona rural, e somente 17% completaram o nível médio ou superior.

 

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