Ir direto para menu de acessibilidade.
Atenção! Você está acessando um arquivo automático de notícias e o seu conteúdo pode estar desconfigurado. Acesse as notícias mais antigas (anteriores a Maio/2018) em nosso repositório de notícias no endereço www.ufla.br/dcom.

Inflação estimada pela UFLA fica em 9,04% nos últimos 12 meses

Publicado: Quinta, 10 Novembro 2011 05:56 | Última Atualização: Quinta, 03 Novembro 2011 14:37
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Universidade Federal de Lavras (UFLA) ficou em 2,24% no mês de outubro. Em setembro de 2011, esse índice já havia sido de 2,07%. No ano, o acumulado pelo IPC da UFLA já atinge 7,37% e, nos últimos doze meses, está em 9,04%. Esses resultados fogem da meta estabelecida pelo governo para 2011, que é de 4,5%, com tolerância de 2,0% para mais. De acordo com o professor Ricardo Reis (DAE), coordenador da pesquisa, à exceção dos bens de consumo duráveis (eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis e informática), que tiveram queda de 2,41%, e das bebidas, que ficaram mais baratas 0,53%, todos os demais setores pesquisados pela UFLA tiveram altas de preços em outubro. São levantados mensalmente cerca de 7.700 preços de 227 itens, divididos em 11 grupos. As maiores altas verificadas nesse mês ficaram localizadas nas categorias: material de limpeza, que ficou mais caro 11,68%; higiene pessoal, 7,7%; gastos com moradia, cujo aumento foi de 4,34% e serviços gerais (água, luz, telefone e gás de cozinha), com alta média de 3,89%. As despesas com vestuário também ficaram mais caras em outubro, com acréscimo médio de 2,16%; educação e saúde, alta de 0,16%; gastos com transporte, aumento de 1,31% e lazer, 1,78%. Entre os alimentos, que tiveram aumento médio de 2,24% no mês, a maior alta ocorreu nos produtos industrializados (5,5%), destacando-se os aumentos do adoçante (12,72%), farinha de milho (29,59%), leite fluído (27,75%), vinagre (18,54%), salsicha (27,27%), palmito (17,68%), bolachas (17,12%) e sal (19,07%). Ainda, segundo o professor Ricardo Reis, foi o setor de alimentos semielaborados que, em parte, segurou a inflação de outubro, cuja queda média foi de 0,49%, destacando-se as baixas das carnes bovinas e de frango, que ficaram mais baratas para o consumidor 2,66% e 3,3%, respectivamente. Os produtos in natura tiveram alta de 0,33%. O custo da cesta básica de alimentos para uma família de quatro pessoas teve alta de 1,55% em outubro, passando a custar R$ 383,62. Em setembro, seu valor era de R$ 377,73. Em 2011, o preço dessa cesta de alimentos já subiu 4,81%.  

 

Atenção! As notícias mais antigas (anteriores a Maio/2018) estão disponíveis em nosso repositório de notícias no endereço www.ufla.br/dcom.
Portal da Ciência - Universidade Federal de Lavras
Coronavírus Covid-19: É importante de informar e prevenir. ufla.br/coronavirus
FalaBR: Pedidos de informações públicas e manifestações de ouvidoria em um único local. Sistema Eletrônico de Informações ao Cidadão (e-SIC) e Ouvidoria.