Saltar para o conteúdo principal
Ir direto para menu de acessibilidade.
Atenção! Você está acessando um arquivo automático de notícias e o seu conteúdo pode estar desconfigurado. Acesse as notícias mais antigas (anteriores a Maio/2018) em nosso repositório de notícias no endereço www.ufla.br/dcom.

Estudantes selecionados para intercâmbio no Ciência sem Fronteiras vão receber computador portátil

Publicado: Quarta, 25 Fevereiro 2015 07:43 | Última Atualização: Segunda, 13 Fevereiro 2012 08:31
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta terça-feira, 13, que todos os estudantes selecionados pelo programa Ciência sem Fronteiras (CsF) para cursos no exterior receberão um computador portátil (laptop). O ministro participou de entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, após a assinatura do decreto que regulamenta o programa e do lançamento das chamadas de concessão de 13 mil bolsas de estudos no exterior. "Todos precisam do equipamento, que também facilitará o contato com a família, por meio de e-mails ou programas de mensagens instantâneas", disse Mercadante. "Também estamos dialogando para ser construída uma rede social específica, na qual haverá espaço para troca de informações e conhecimento." Também participaram da entrevista os presidentes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, Jorge Guimarães, e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Ministério da Ciência e Tecnologia, Glaucius Oliva. Outro assunto abordado foi a primeira chamada pública do programa, referente à graduação-sanduíche nos Estados Unidos — 1,5 mil estudantes brasileiros embarcarão já no próximo mês para aquele país. "A primeira chamada foi um experimento para ver como se comportava o programa", revelou o presidente da Capes. "Tivemos mais de sete mil inscritos, um terço deles com pontuação muito acima da mínima exigida pelas universidades americanas." Guimarães destacou ainda a influência que o programa pode gerar nas instituições brasileiras. "No exterior, os alunos não terão mais que 15 ou 16 horas de aula por semana; no Brasil, muitos têm mais de 40 horas", disse. "Lá, é adotado o lema de pouca aula e muito estudo." Quando os estudantes voltarem, segundo Guimarães, isso afetará a estrutura acadêmica das universidades. "É possível até que haja mudanças nos modelos curriculares." Glaucius Oliva salientou que as instituições, ao aderirem ao programa, obrigam-se a reconhecer as atividades acadêmicas do estudante no exterior. "Para reconhecer, ela tem de aprender como são desenvolvidos os programas de ensino no exterior e se reavaliar", afirmou. "Os estudantes, ao retornarem, passam a ser instrumento de transformação das próprias instituições." Assessoria Comunicação Ciência sem Fronteiras  

 

Atenção! As notícias mais antigas (anteriores a Maio/2018) estão disponíveis em nosso repositório de notícias no endereço www.ufla.br/dcom.
 
Portal da Ciência - Universidade Federal de Lavras
FalaBR: Pedidos de informações públicas e manifestações de ouvidoria em um único local. Sistema Eletrônico de Informações ao Cidadão (e-SIC) e Ouvidoria.
Participante do Programa Nacional de Prevenção à Corrupção