Ir direto para menu de acessibilidade.
Atenção! Você está acessando um arquivo automático de notícias e o seu conteúdo pode estar desconfigurado. Acesse as notícias mais antigas (anteriores a Maio/2018) em nosso repositório de notícias no endereço www.ufla.br/dcom.

Inflação divulgada pela UFLA ultrapassa os 13% neste ano

Publicado: Terça, 10 Setembro 2013 05:08 | Última Atualização: Quinta, 05 Setembro 2013 05:11
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), calculado pelo Departamento de Administração e Economia da UFLA (DAE), registrou, no mês de agosto, uma taxa de inflação de 1,81%. Em julho, o IPC da UFLA ficou em 0,98%; com esses índices, a inflação acumulada no ano já chega a 13,36%. Em agosto, as altas de preços ficaram concentradas nos grupos ligados a usos contínuos, como alimentos (4,78%), bebidas em geral (4,18%), material de limpeza (4,28%) e higiene pessoal (3,3%). Os alimentos, portanto, continuam a pressionar a inflação calculada pala UFLA. Os produtos in natura tiveram alta de 13,26% e os industrializados, aumento de 8,53%. No entanto, esses aumentos foram, em parte, neutralizados pelas quedas dos preços do feijão (-1,18%), da carne bovina (-1,38%) e dos pescados (-1,09%). Já o arroz teve alta de 16,9% e a carne de frango, de 4,48%. Entre as maiores altas nos alimentos em geral, destacaram-se: batata (27,53%), pimentão (25,66%), inhame (50,52%), cenoura (26,8%), repolho (29,16%), trigo (27,4%), polvilho (26,97%), farinha de milho (39,29%), temperos (22,91%) e, no geral, leite e derivados e frutas – principalmente pera, maçã, goiaba, abacate e abacaxi. Na categoria das bebidas, as maiores altas foram verificadas nos refrigerantes (16,89%) e nas cervejas, que tiveram aumento médio de 16,74%.

Os demais setores pesquisados mantiveram, em média, as seguintes altas em agosto: vestuário, 1,71%; despesas de transporte, 0,51%; educação e saúde, 0,15%; e serviços gerais (água, luz, telefone e gás de cozinha), 3,28%, devido principalmente à alta da energia elétrica.

Os grupos que mantiveram preços estáveis em agosto foram as despesas de moradia e lazer.  A exceção foi a queda média nos preços dos bens de consumo duráveis (eletroeletrônicos, eletrodomésticos, móveis e informática), que ficaram mais baratos, para o consumidor, 1,79%.

Cesta básica

Com esses comportamentos dos preços dos alimentos, o custo da cesta básica de alimentos para uma família de quatro pessoas teve um aumento de 4,26%, em agosto, passando a custar R$ 420,92. Em julho, o valor era de R$ 403,72%.

Fonte: prof. Ricardo Reis (DAE/UFLA)
 

 

Atenção! As notícias mais antigas (anteriores a Maio/2018) estão disponíveis em nosso repositório de notícias no endereço www.ufla.br/dcom.