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Inflação desacelera em setembro, de acordo com pesquisa feita na UFLA

Publicado: Quinta, 28 Agosto 2014 04:55 | Última Atualização: Segunda, 30 Setembro 2013 08:32
 inflaçãoA inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da UFLA ficou em 0,92% no mês de setembro, a metade do aumento registrado em agosto (1,81%). Verificou-se uma desaceleração, mas a inflação medida pela UFLA, em 2013, está acumulada em 14,4%. Entre os 11 grupos que compõem o IPC da UFLA, as maiores altas ficaram concentradas nos setores de vestuário (3,89%), despesas com bebidas (2,9%) e alimentos in natura (13,94%). Também aumentaram, em setembro, as categorias higiene pessoal (2,08%) e os gastos com transporte (0,33%) e serviços gerais (0,28%), grupo representado pela água, luz, telefone e gás de cozinha. Os alimentos subiram para o consumidor, em média, 1,58%. Os in natura tiveram alta de 13,94%; os industrializados, de 2,81%; mas foram os semielaborados os responsáveis por segurar a pressão que os alimentos tiveram na inflação dos últimos meses, registrando uma queda de 0,43%. Essa categoria foi influenciada pelas cotações do feijão (-7,89%) e das carnes de frango (-4,28), bovina (-1,69%) e suína (-0,58%). Entre os produtos industrializados, leite e derivados deixaram de pressionar a inflação de setembro, ao contrário dos meses anteriores. Mas o trigo, milho e derivados ainda estão em alta no varejo. Entre os in natura, os maiores aumentos ficaram concentrados na batata (18,85%), vagem (24,12%), repolho (25,04%) e quiabo (33,02%). Com a variação desses alimentos básicos, a cesta básica de alimentos para uma família de quatro pessoas ficou mais barata em setembro 0,85%, passando a custar R$ 417,32. Em agosto, seu valor era de R$ 420,92. A taxa de inflação de setembro também foi segurada pela queda nos preços dos bens de consumo duráveis (eletroeletrônicos, eletrodomésticos, móveis e informática), que caíram 1,68%. Tais itens dependem fundamentalmente do crediário, o que indica que as recentes altas dos juros já atingem o mercado. A estabilidade dos preços nos setores ligados aos gastos com moradia e lazer, que não apresentaram variações na média dos preços, também contribuiu para a estabilidade na inflação. Já o setor de educação e saúde apresentou uma alta de 0,16%.  

 

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