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Resultado de projeto da UFLA no "Programa Peixe Vivo", da Cemig, será tema de Simpósio em fevereiro

Escrito por Ana Eliza Alvim | Publicado: Segunda, 03 Fevereiro 2014 13:34 | Última Atualização: Quarta, 29 Janeiro 2014 13:58
[caption id="attachment_29451" align="alignleft" width="249"]Fonte: www.agenciaminas.mg.gov.br Fonte: www.agenciaminas.mg.gov.br[/caption] Os resultados da parceria da Universidade Federal de Lavras (UFLA), da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) e do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) serão tema do II Simpósio de Resultado de Projetos do Programa Peixe Vivo. O evento está agendado para os dias 12 e 13 de fevereiro e ocorrerá no anfiteatro do prédio de Ecologia da UFLA, das 8h30 às 16h (no primeiro dia) e das 8h30 às 12h (no segundo dia). As vagas são limitadas. Por isso, os interessados em participar devem enviar e-mail para o endereço Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até 5 de fevereiro.   Veja a programação completa.   O Programa Peixe Vivo é uma iniciativa da Cemig para conservar a ictiofauna dos rios nos quais a empresa possui empreendimentos.  Além das atividades de conservação propriamente ditas (repovoamento com espécies nativas, transposição de peixes e restauração de habitats críticos) e da inclusão dos grupos sociais na discussão sobre o assunto, a Cemig formalizou parcerias com universidades e instituições de pesquisa para desenvolver o conhecimento científico dentro do Programa. Essa geração de conhecimento contribui para a criação de estratégias de conservação mais eficientes. Foi com esse último propósito que a UFLA firmou, em novembro de 2008, o convênio com a Cemig para pesquisa com peixes. O objetivo deste II Simpósio é divulgar os resultados do projeto “Comportamento de peixes a jusante de barragens: subsídios para a conservação da ictiofauna”, desenvolvido pela parceria UFLA/CEFET-MG/UFSJ /Cemig. O trabalho buscou identificar as variações na abundância de peixes - considerando fatores temporais e espaciais - a jusante (direção para a qual corre o curso d’água) e a montante (direção de onde nasce o rio) de uma usina hidrelétrica. Os estudos permitem a adoção de medidas que evitem acidentes, como a entrada de peixes nos tubos de sucção da estrutura da hidrelétrica. Desenvolvido num período de 5 anos (2008 – 2013), o projeto fica oficialmente encerrado com a apresentação de seus resultados no Simpósio. De acordo com o professor do Departamento de Biologia da UFLA (DBI-UFLA) e coordenador do projeto, Paulo dos Santos Pompeu, além de beneficiar a ictiofauna nativa, o convênio estendeu seus benefícios aos alunos de graduação e de pós-graduação da UFLA. Ele conta que as técnicas de telemetria acústica e do uso do sonar no rastreamento de peixes, adotadas no projeto, foram inéditas no Brasil. “Por isso, os alunos que participaram do estudo são hoje os profissionais mais capacitados do mercado para lidar com essas tecnologias”, explica o professor. Ao todo, cerca de 10 estudantes da UFLA, incluindo alunos de doutorado, mestrado e iniciação científica, participaram dos trabalhos. Curiosidade: veja o gráfico representativo da presença da espécie curimba na Usina Hidrelétrica de Três Marias.
Com informações da bolsista Lívia Villela (ASCOM/DBI)
 

 

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