Ir direto para menu de acessibilidade.
Atenção! Você está acessando um arquivo automático de notícias e o seu conteúdo pode estar desconfigurado. Acesse as notícias mais antigas (anteriores a Maio/2018) em nosso repositório de notícias no endereço www.ufla.br/dcom.

“Cinema com Vida” segue programação com filme de Alfred Hitchcock

Escrito por Ana Eliza Alvim | Publicado: Quarta, 12 Fevereiro 2014 12:44 | Última Atualização: Terça, 04 Fevereiro 2014 14:27
Cinema com vida2Nesta quarta (5/2), a mostra “Cinema com Vida” terá a exibição, às 14h, do filme de Alfred Hitchcock “O homem errado" (The Wrong Man). A sessão será realizada no Museu de História Natural, Câmpus Histórico da Universidade Federal de Lavras (UFLA). O projeto, coordenado pela professora do Departamento de Educação (DED), Luciana Azevedo, e pelo professor do Departamento de Educação Física (DEF), Márcio Farias, tem o objetivo de promover a formação cultural de professores, e futuros professores, da comunidade de Lavras e região, por meio da reflexão sobre obras cinematográficas.  
 “O homem errado”
É Janeiro de 1943 em Nova York. Um músico de uma casa noturna (interpretado por Henry Fonda) precisa de 300 dólares para o tratamento dentário de sua mulher e vai visitar um escritório onde se consegue empréstimos. Lá, é confundido com um assaltante que havia roubado o local um ano antes. Preso e acusado de assalto, consegue liberdade sob fiança. Com  orientação de um advogado, tenta provar sua inocência, mas tem dificuldades de encontrar testemunhas a seu favor. Já doente, sua mulher acaba recolhida ao sanatório, depois de ficar mergulhada em um sentimento de culpa, achando-se impotente diante dos acontecimentos. Esta é uma das obras hitchcockianas que melhor expressa o modo como o cineasta percebia a polícia e o medo provocado por ela. Como em outras obras, a questão da inocência está retratada aqui a partir de uma história real, e nem por isso o diretor ameniza as críticas ao denunciar os abusos de policiais que arruínam a vida do homem comum. Aponta-se uma proximidade artística com as obras de Kafka, especialmente com "O processo".