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No início de 2014, renda agrícola no Sul de Minas se recupera

Publicado: Segunda, 17 Março 2014 14:54 | Última Atualização: Quarta, 12 Março 2014 08:10
IPP-IPRA recuperação dos Índices de Preços Recebidos (IPR) e de Preços Pagos (IPP) foi o fator que chamou a atenção na medição de fevereiro, segundo pesquisa feita pelo Departamento de Administração e Economia da UFLA (DAE). Os índices são referentes à venda dos produtos agrícolas e aos insumos gastos pelos produtores rurais do Sul de Minas Gerais, respectivamente. No mês passado, o IPR registrou elevação de 9,59%, enquanto o IPP permaneceu estável. Com isso, a renda média do produtor já registra alta de 16,83% neste ano. Entre as commodities agrícolas, somente o grupo do leite apresentou resultado negativo, com queda de -6,47%; em contrapartida, o grupo do café teve elevação de 40,99% somente nos dois primeiros meses do ano. O grupo das verduras apresentou alta de 18,72% e as frutas, de 19,89%. Para o coordenador da pesquisa, professor Renato Fontes, as altas verificadas foram influenciadas principalmente pelo clima. As altas temperaturas e escassez de chuvas prejudicaram a produção, diminuindo a disponibilidade no mercado das commodities e ocasionando elevação dos preços. Porém, o professor Renato Fontes salienta que essa majoração dos preços e, na verdade, “uma correção, pois os preços de uma grande gama dos produtos agrícolas estavam achatados há muito tempo, o que levava um menor interesse produtivo por parte dos produtores. Em muitos casos, tinham prejuízo”. O grupo das hortaliças e frutas apresentou, novamente, grande volatilidade nos preços dos hortifrúti. O clima também explica esse fenômeno, pois compromete o desenvolvimento ideal dos produtos; bem como o desestímulo à produção, com a prática de preços baixos. Isso resultou em menor disponibilidade no mercado. Destaque para o aumento no preço dos seguintes produtos: tomate (25,04%), batata (20,02%), brócolis (14,29%), batata fiúza (13,04%), laranja (20%) e pera (6,18%). O IPP apresentou ligeiro aumento de 0,08%. A influência, nesse caso, foi devida à alta dos insumos para rações de animais para produção de carne e derivado. Essas rações são baseadas em milho e soja.  

 

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