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Cônsul dos Estados Unidos palestra na UFLA em workshop sobre Ciência sem Fronteiras

Publicado: Terça, 15 Julho 2014 06:41 | Última Atualização: Quinta, 03 Julho 2014 14:48
[caption id="attachment_39843" align="alignleft" width="249"]Consul Brian Bauer em palestra na UFLA Cônsul Brian Bauer em palestra na UFLA[/caption] Desde que foi lançado o programa Ciência sem Fronteiras (CSF), 567 estudantes da Universidade Federal de Lavras (UFLA) já participaram da experiência em universidades de 20 países. Entre os destinados mais procurados, os Estados Unidos têm a preferência dos estudantes, representando mais da metade dos intercâmbios já realizados. Para apresentar os atrativos das universidades americanas aos estudantes da UFLA, o cônsul dos Estados-Unidos em Minas Gerais, Brian Bauer, proferiu uma palestra na programação do workshop Ciências sem Fronteiras, nessa quarta-feira (2/7), no Salão de Convenções da Universidade. O evento, organizado pela Diretoria de Relações Internacionais (DRI/UFLA), contou com a presença do reitor, professor José Roberto Scolforo; do pró-reitor de Pesquisa, professor José Maria de Lima; diretor de Relações Internacionais da UFLA, professor Antônio Chalfun Júnior; diretor-adjunto da DRI-UFLA, professor Luiz Roberto Guimarães; coordenadora do Ciências sem Fronteiras na UFLA, professora Ana Carolina Maioli Campos Barbosa e a coordenadora do Inglês sem Fronteiras na UFLA, professora Norma Lírio de Leão Joseph. Ensino de excelência e oportunidades de pesquisas [caption id="attachment_39845" align="alignright" width="249"]Reitor da UFLA, professor Scolforo, participa do workshop Ciência sem Fronteiras Reitor da UFLA, professor Scolforo, participa do workshop Ciência sem Fronteiras[/caption] Em sua apresentação, o cônsul Brian Bauer destacou os diferenciais das universidades americanas, ranqueadas entre as melhores instituições do mundo, além das oportunidades que os estudantes brasileiros têm para participar de grupos de trabalho e pesquisa. Ele citou a facilidade de adaptação diante das similaridades culturais e das condições especiais de acolhida, incluindo a possibilidade de usufruir da excelente infraestrutura de laboratórios, bibliotecas, alojamentos, espaços esportivos e de convivência e, ainda, da forte relação que as instituições mantêm com o setor produtivo. Atualmente, participam do programa CSF 386 universidades americanas, sendo 70% das bolsas destinadas às áreas de engenharia e ciências da computação. Brian Bauer reforçou a necessidade de realização do teste Toefl como condição de ingresso para a maioria das universidades.  Informou também que o estudante selecionado para o Programa recebe um tratamento diferenciado na liberação do visto para os Estados Unidos, na categoria J1, com tempo reduzido de tramitação. O cônsul aconselha: “A melhor instituição para você não é necessariamente aquela mais renomada ou a mais conhecida. Discuta com os professores de seu curso e descubra quais instituições dos EUA já têm relação com a instituição na sua área. Não há grande proveito em fazer as mesmas coisas que faria na sua instituição, apenas em outra língua; por isso, ache um mix entre o que faria na sua universidade e coisas novas. Seja proativo. Nada acontece se você não correr atrás. Tome a iniciativa e busque ajuda. Não tome decisões sem antes conversar com seu orientador daqui e de lá”, considerou. [caption id="attachment_39844" align="alignleft" width="249"]Coordenadora do CSF na UFLA, professora Ana Carolina Barbosa Coordenadora do CSF na UFLA, professora Ana Carolina Barbosa[/caption] UFLA no CSF A coordenadora do Ciências sem Fronteiras na UFLA, professora Ana Carolina, apresentou números, requisitos e benefícios do Programa, que terá mais 100 mil bolsas a partir de 2015. Ela lembrou que diagnosticar e dar conhecimento de oportunidades no exterior para a comunidade universitária, divulgando eventos, cursos, estágios e programas de intercâmbio, são atribuições da Diretoria de Relações Internacionais (DRI), que está à disposição para orientar os estudantes em todos os assuntos ligados à área internacional. Ela citou a resolução CEPE Nº 20, que estabelece as regras para a homologação das candidaturas dos estudantes de graduação da UFLA no Programa CSF, na modalidade graduação sanduíche. Entre os requisitos: ter no mínimo 20% e no máximo 90% do curso concluído até a data da viagem e apresentar perfil de excelência (coeficiente acadêmico superior a 70% - esse coeficiente deve estar entre os 20% melhores coeficientes dos estudantes do seu curso ou entre os 25% melhores coeficientes acadêmicos em relação aos demais estudantes de graduação da UFLA). No site da DRI www.dri.ufla.br, é possível ter acesso à lista de todas as universidades com as quais a UFLA possui acordo em vigência. Também estão disponíveis as informações sobre a disciplina ‘Atividade Acadêmica Internacional’, exigida para estudantes da UFLA em intercâmbio ou estágio no exterior. Inglês sem Fronteiras [caption id="attachment_39846" align="alignright" width="249"]Coordenadora do Inglês sem Fronteiras na UFLA, professora Norma Lírio de Leão Joseph. Coordenadora do Inglês sem Fronteiras na UFLA, professora Norma Lírio de Leão Joseph.[/caption] Para finalizar o workshop, a coordenadora do Inglês sem Fronteiras na UFLA, professora Norma Joseph, falou sobre as oportunidades que os estudantes de graduação e pós-graduação têm para aprimorar os conhecimentos em outro idioma. A UFLA oferece gratuitamente os cursos presenciais do ISF e também aplica o teste Toefl ITP, de forma gratuita, no câmpus da Universidade, sob a coordenação do Núcleo de Línguas NuCli/UFLA. Os cursos têm como foco atender a diferentes níveis de proficiência: Curso Preparatório TOEFL; Aprimorando Competências Comunicativas em Língua Inglesa; Desenvolvendo Habilidades em Língua Inglesa: Primeiros Passos para o TOEFL; Competências Orais e Linguístico-culturais para Vivência Acadêmica Internacional A professora Norma Joseph também apresentou as professoras do programa English Teaching Assistants (ETA’s), da Fulbright Brasil, que estão na UFLA para auxiliar os professores de Língua Inglesa durante as aulas do “Inglês Sem Fronteiras”, além de ajudar os alunos do curso de Letras a melhorarem o nível do idioma, por meio de workshops semanais e de atendimentos individualizados – ou em grupo.    

 

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