Ir direto para menu de acessibilidade.
Atenção! Você está acessando um arquivo automático de notícias e o seu conteúdo pode estar desconfigurado. Acesse as notícias mais antigas (anteriores a Maio/2018) em nosso repositório de notícias no endereço www.ufla.br/dcom.

Queda no preço da cesta básica de alimentos segura mais uma vez a inflação

Publicado: Quinta, 09 Outubro 2014 14:30 | Última Atualização: Quarta, 08 Outubro 2014 06:36
IPC-249x186O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), calculado pelo Departamento de Administração e Economia da Universidade Federal de Lavras (DAE/UFLA), registrou, no mês de setembro, a menor taxa de inflação do ano, ficando em 0,39%. Em agosto, o IPC ficou em 0,97%. No entanto, a taxa de inflação divulgada pela UFLA já ultrapassa dois dígitos, acumulando, no ano, o índice de 10,41%. Maio foi o mês que teve a maior alta de preços (1,87%) e, setembro, a menor baixa. De acordo com a pesquisa, a redução de alguns produtos da cesta básica de alimentos para uma família de quatro pessoas novamente ajudou a segurar a inflação do mês de setembro. A cesta de alimentos ficou mais barata em agosto 1,02% (R$ 474,67) e, em setembro, registrou queda de 11,5% (R$ 420,05). Basicamente, esta baixa ficou localizada nos preços do feijão (- 40,0%), açúcar (-4,2%), ovos (- 6,05%) e margarina (queda de 14,62%). Dos onze grupos pesquisados pela UFLA, as variações médias de preços em setembro foram:alimentos (0,39%); bebidas (0,22%); material de limpeza (7,61%); higiene pessoal (0,34%); vestuário (2,94%); bens de consumo duráveis (eletroeletrônico, eletrodoméstico, móveis e informática), -1,55%; serviços gerais (água, luz, telefone e gás de cozinha), 0,38%; educação e saúde (0,17%), moradia (0,81%), transporte (0,8%) e despesas de lazer, alta de 0,44%. Entre os alimentos, os produtos in natura tiveram um aumento de 5,6%, e foram influenciados pelos menores preços pagos pelo tomate, batata, ovos, goiaba e beterraba. No caso dos alimentos semielaborados, que teve alta de 2,8%, o feijão foi o produto que mais caiu neste grupo, seguido dos pescados, ao contrário da carne bovina, com alta de 3,2%. Para os industrializados, que tiveram um aumento de 8,0%, leite e derivados foram os principais itens que ficaram mais caros na mesa do consumidor.
Informações disponibilizadas pelo professor Ricardo Reis (DAE/UFLA).

 

Atenção! As notícias mais antigas (anteriores a Maio/2018) estão disponíveis em nosso repositório de notícias no endereço www.ufla.br/dcom.