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R$ 41 bilhões para a Ciência e Tecnologia

Escrito por Comunicação UFLA | Publicado: Terça, 20 Novembro 2007 22:00 | Última Atualização: Terça, 20 Novembro 2007 22:00

Ministro Sergio Rezende anuncia o reajuste de 20% para as bolsas da Capes e do CNPq em 2008

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, anunciaram, na tarde desta terça-feira (20/11), o investimento de R$ 41 bilhões, até 2010, para o Plano Nacional para Ciência e Tecnologia. O plano, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), é resultado de discussões entre o governo, empresários e a comunidade científica. O presidente da Andifes, reitor Arquimedes Diógenes Ciloni (UFU) e o reitor Valmar Corrêa de Andrade (UFRPE) representaram a Associação na solenidade.

A maior parte dos recursos – R$ 22,6 bilhões – será alocada pelos ministérios de Minas e Energia/Petrobras/Cepel (MME), da Saúde (MS), da Educação (MEC/Capes) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e por outros fundos de financiamentos. Os outros R$ 18,6 bilhões virão do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

O ministro Sergio Rezende anunciou, ainda, que as bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) serão reajustadas em 20% a partir do dia 1º de março de 2008. A de mestrado passará a ser de R$ 1.200 e a de doutorado, de R$ 1.800. Além disso, o número de bolsas sobe de 95 mil para 155 mil em 2010.

O Plano Nacional para Ciência e Tecnologia é composto por quatro eixos principais: expansão e consolidação do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação; promoção da inovação tecnológica nas empresas; pesquisa, desenvolvimento e inovação nas áreas estratégicas; ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento social. Os eixos buscam o desenvolvimento, o crescimento econômico, a geração de emprego e renda e a democratização das oportunidades.

Confira algumas opiniões

'O Plano representa, para a comunidade científica, um sinal de esperança muito grande para a aceleração do nosso desenvolvimento. A passagem de 1% para 1,5% do PIB [Produto Interno Bruto], refletindo-se na aplicação de R$ 41 bilhões em pesquisa, desenvolvimento e inovação propiciará, nos próximos três anos, uma inserção muito mais significativa da produção científica brasileira no cenário internacional. O governo federal merece as nossas congratulações', Arquimedes Diógenes Ciloni – presidente da Andifes e reitor da UFU.

'O Plano é extremamente importante porque planeja as ações de Ciência, Tecnologia e Inovação para os próximos anos, destinando recursos e escolhendo prioridades para essas áreas. Mais que isso, o Plano Nacional de Ciência e Tecnologia envolve todo o Governo Federal, o que é importante e essencial para o desenvolvimento do País. É impossível o Brasil sonhar em ser uma Nação desenvolvida sem que se incentivem a ciência, a tecnologia e a inovação', Ivonildo do Rêgo – vice-presidente da Andifes e reitor da UFRN.

'O Governo Federal concentrou recursos, compreendendo a necessidade de se incentivar a Ciência e Tecnologia, mais ainda a inovação. Mas não possuímos os insumos básicos. Há a necessidade de uma política industrial mais agressiva. Precisamos, por exemplo, de indústrias químicas de base para desenvolvermos a área de medicamentos. Isso acontece também em outras áreas importantes para o crescimento do País', Ícaro de Sousa Moreira – reitor da UFC.

(Lilian Saldanha - Assessoria de Comunicação da Andifes)

 

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