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Ensino e extensão

UFLA participa da celebração do Dia Mundial da Água no centro de Lavras

Escrito por Samuel Fontainha | Publicado: Quinta, 26 Março 2026 10:36 | Última Atualização: Quinta, 26 Março 2026 10:43
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A Universidade Federal de Lavras (UFLA) participou, no último dia 24, terça-feira, da comemoração do Dia Mundial da Água. As atividades aconteceram na Praça Dr. Augusto Silva, em parceria com a Prefeitura de Lavras, a Copasa, o Corpo de Bombeiros e a Agência Regional de Proteção Ambiental (ARPA).

As pessoas que passavam pelo local puderam assistir a palestras, conferir experimentos científicos, acompanhar a panfletagem e participar da distribuição de mudas e brindes. O evento também contou com um estande da Polícia Militar do Meio Ambiente, que realizou a exposição de animais silvestres comuns na região, preservados por meio da técnica de taxidermia.

“O foco principal é demonstrar, para as novas gerações, a importância da preservação ambiental, ensinando quais animais estão presentes na região e como é feita a denúncia de maus-tratos a animais silvestres e domésticos. Também ensinamos a prevenção de incêndios, comuns aqui na região durante a época de seca; sofremos principalmente com incêndios criminosos”, explica o sargento Bruno Furtado Garcia, da 5.ª Companhia de Meio Ambiente.

De acordo com o diretor de meio ambiente da UFLA, professor Gilberto Coelho, o estande da instituição apresentou um experimento científico que demonstra como ocorre a reação química durante o tratamento de água e realizou a distribuição de folhetos sobre o Dia Mundial da Água, com o tema “Água e Gênero”, proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU).

“A interação com todas as entidades que têm um tema em comum é muito produtiva. É a soma de diversos conhecimentos que se unem e formam uma grande engrenagem, transmitindo conhecimento para todas as pessoas”, complementa o docente. 

 

Discussão proposta pela ONU

 

O tema “Gênero e Água”, discutido pela ONU em 2026, tem o objetivo de propor uma reflexão sobre as comunidades que ainda não têm acesso à água e ao saneamento básico, que, em sua maioria, afetam mulheres e crianças.

A falta de abastecimento de água e de saneamento básico afeta a higiene, especialmente no manejo da saúde menstrual, impossibilitando, por exemplo, a frequência em ambientes sociais, de trabalho e escolares. Em 7 de cada 10 lares, mulheres e crianças são responsáveis por buscar água em regiões distantes, tornando-se vulneráveis a diferentes formas de violência. Além disso, a maior parte das famílias em situação de vulnerabilidade é chefiada por mulheres negras ou pardas.

“Este ano, a UFLA recebeu mais de 800 estudantes. Os jovens ficaram muito empolgados e interessados nos processos de tratamento de água. Já entre os adultos, percebemos que muitos não tinham conhecimento de que ainda existem várias comunidades onde as mulheres enfrentam dificuldades por serem responsáveis por coletar água em regiões de difícil acesso. A conscientização gera mais resultados positivos”, finaliza o diretor.

 
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