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Saúde Mental

Rompendo o silêncio e preservando vidas – palestra aborda suicídio no dia 8/6

Escrito por Samara Avelar | Publicado: Sexta, 24 Mai 2019 09:13 | Última Atualização: Sexta, 24 Mai 2019 12:30 | Acessos: 5555

Falar sobre suicídio é uma das melhores formas de prevenção. Por isso, o Núcleo de Saúde Mental da Universidade Federal de Lavras (NSM) realiza, no dia 8/6, a palestra “Suicídio: rompendo o silêncio e preservando vidas”. O evento, que conta com o apoio do projeto Minuto da Saúde, será ministrado pela psicóloga clínica e psicoterapeuta Luciana Carvalho Rocha, que é membro da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção ao Suicídio (Abeps) e realiza palestras sobre prevenção e posvenção ao suicídio, luto, morte, automutilação e outros.

O evento será realizado das 9h às 11h no Salão de Convenções da UFLA, sendo gratuito e aberto a toda a comunidade acadêmica e à população de Lavras e região. Não é necessário fazer inscrição prévia, mas quem tiver interesse em receber o certificado de participação deve fazer a inscrição pelo SIG.

Um problema mundial

O suicídio é a principal causa de morte violenta no mundo, com 11,4 óbitos para cada 100 mil habitantes. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada 40 segundos, uma pessoa morre por suicídio. O Brasil é um dos 29 países que não conseguiram reduzir as mortes autoprovocadas no período de 2000 a 2012, de acordo com a OMS, chegando ao equivalente a 32 mortes diárias em 2012, mesmo patamar dos falecimentos decorrentes do HIV.

Os índices também têm crescido entre os jovens. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, o suicídio corresponde a 3% do total de óbitos entre jovens e adultos jovens do sexo masculino.  Na faixa etária dos 15 aos 29 anos, o ato representa 8,5% das causas de morte em todo o mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito.

Os índices também têm crescido entre os jovens. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, o suicídio corresponde a 3% do total de óbitos entre jovens e adultos jovens do sexo masculino.  Na faixa etária dos 15 aos 29 anos, o ato representa 8,5% das causas de morte em todo o mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito.

O suicídio não é, necessariamente, a manifestação de uma doença. Contudo, os transtornos mentais são importantes fatores associados ao suicídio. A depressão, o transtorno bipolar e o uso de substâncias psicoativas podem resultar em uma atitude suicida, e podem acometer qualquer pessoa, independente de sexo, idade, personalidade ou condição social.

 

Acesse o site do NSM e acompanhe as atividades programadas para os próximos dias