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CNPq 75 anos

UFLA participa da celebração dos 75 anos do CNPq e destaca impacto do fomento à ciência na formação de pesquisadores

Escrito por Cibele Aguiar | Publicado: Quarta, 25 Março 2026 09:41 | Última Atualização: Quarta, 25 Março 2026 11:19
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O pró-reitor de Pesquisa e Inovação, professor Luís Roberto Batista, representou a Universidade Federal de Lavras (UFLA) na cerimônia que celebrou os 75 anos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), realizada em Brasília (DF). O evento reuniu autoridades, pesquisadores e representantes da comunidade científica e destacou o papel do fomento público na consolidação e no avanço da ciência brasileira.

Vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o CNPq chega a 2026 com cerca de 100 mil bolsistas ativos e R$7,9 bilhões investidos entre 2023 e 2025, consolidando um dos maiores ciclos recentes de financiamento à pesquisa no País.

Fomento que transforma formação e pesquisa

cnpq mesaSegundo o pró-reitor, o apoio do CNPq tem sido decisivo para a consolidação e a expansão da pesquisa científica na UFLA, impactando diretamente a formação acadêmica e o avanço do conhecimento. “O apoio do CNPq permite não apenas a formação de recursos humanos altamente qualificados, mas também o avanço de pesquisas estratégicas em áreas prioritárias para o desenvolvimento do País”, destacou.

Nesse contexto, ele ressalta o papel das bolsas de iniciação científica, que inserem precocemente os estudantes de graduação no ambiente de pesquisa, estimulando o pensamento crítico e a formação acadêmica. Já as bolsas de mestrado e doutorado são apontadas como fundamentais para a formação de pesquisadores e docentes, contribuindo para a produção científica e para a inovação tecnológica.

O pró-reitor também destacou a relevância do apoio do CNPq aos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), considerados um dos principais instrumentos de articulação da pesquisa no Brasil. Na UFLA, quatro INCTs contam com suporte do Conselho, atuando como redes de excelência que integram grupos de diferentes instituições e promovem soluções para desafios complexos. Essas iniciativas ampliam a visibilidade da Universidade nos cenários nacional e internacional e reforçam sua atuação em áreas estratégicas da ciência.

Ciência como política de desenvolvimento

Criado em 1951, o CNPq consolidou-se como peça central do sistema nacional de ciência e tecnologia, apoiando a formação de pesquisadores e o desenvolvimento de áreas estratégicas. Nos últimos anos, o órgão tem ampliado sua atuação com iniciativas voltadas à internacionalização, à inovação e à promoção da equidade na ciência, incluindo editais específicos para ampliar a participação de grupos historicamente sub-representados. O atual diretor é o físico e historiador da ciência, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Olival Friere Junior. 

Para o reitor da UFLA, professor José Roberto Scolforo, a atuação do CNPq representa um eixo estruturante para a pesquisa e a inovação. “O CNPq é um parceiro estratégico indispensável, cuja atuação impacta diretamente a qualidade da formação acadêmica, a produção e popularização do conhecimento, e a capacidade de inovação da Universidade”, afirmou.

cnpq publico

   

 
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