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Inclusão, respeito e quebra de padrões

O poder transformador de práticas esportivas em crianças com deficiência motora e/ou intelectual

Escrito por Greicielle Santos | Publicado: Segunda, 21 Setembro 2020 14:03 | Última Atualização: Segunda, 21 Setembro 2020 14:04 | Acessos: 174
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Hoje, 21 de setembro, é Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência. Uma pesquisa desenvolvida no Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Lavras (UFLA) aponta o poder transformador de práticas esportivas e recreativas em crianças com deficiência, que resultam em inclusão, respeito e quebra de padrões.

Mais de 45 milhões de brasileiros possuem algum tipo de dificuldade para ver, ouvir, movimentar-se ou incapacidade mental, segundo o Instituto Brasileiro de Pesquisas e Estatísticas (IBGE). Ainda de acordo com o IBGE, se o Brasil tivesse 100 pessoas, aproximadamente sete teriam deficiência motora; cinco, auditiva; e 19, visual.  Além disso, de 70 milhões de pessoas no mundo com Transtorno do Espectro Autista (TEA), dois milhões são brasileiros, segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS). 

Tendo em vista esses dados, o Núcleo de Estudo, Pesquisa e Extensão em Paradesporto da Universidade Federal de Lavras (UFLA) realiza práticas recreativas e iniciação esportiva com o objetivo de propor momentos de interação e, principalmente, inclusão, para crianças que apresentam alguma deficiência. O Núcleo, vinculado ao Departamento de Educação Física (DEF), atua desde 2017 e os resultados advindos dos trabalhos realizados surpreendem pesquisadores e familiares, com transformações visíveis e significativas na vida dos participantes. 

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Texto: Greicielle Santos – Licenciada em Letras, bolsista Comunicação/UFLA

 
 

 

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