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Rede colaborativa

Estudantes da UFLA produzem máscaras de proteção individual para rede de saúde pública de Lavras

Escrito por DCOM | Publicado: Terça, 07 Abril 2020 10:24 | Última Atualização: Terça, 07 Abril 2020 10:25 | Acessos: 972
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Como parte das ações da Universidade Federal de Lavras (UFLA) para produção de máscaras individuais de proteção, dois estudantes da instituição estão produzindo o item recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no combate ao COVID-19. Toda a produção é realizada na própria residência dos estudantes, em Lavras.

A impressora 3D utilizada por Ivam Lamounier, licenciatura em Física, e Leonardo Carreira Costa, Engenharia de Controle de Automação, é de baixo custo e produz de 50 a 60 máscaras por semana. “As impressoras foram adquiridas por nós. Iniciamos na tecnologia de impressão 3D em um projeto com o professor Helvécio Fargnoli, do Departamento de Ciências Exatas (DEX), no qual estudamos a tecnologia por meses e depois construímos uma impressora baseada em modelos open source de um grupo internacional”, completa Ivam.

Os estudantes fazem parte de uma rede colaborativa de docentes, discentes, voluntários, universidade, empresas privadas e prefeitura. Eles explicam que com a necessidade de alguns recursos, como a placa de acrílico, as empresas privadas fornecem o insumo e a prefeitura faz a intermediação com a demanda local e a distribuição dos protetores para os profissionais da saúde.

“Foi organizada uma equipe com representantes da universidade e prefeitura, para analisar a demanda local, organizar a rede de produção e fazer a distribuição. Com o fechamento de várias indústrias e a necessidade do isolamento social, essa rede colaborativa trabalha de forma remota, utilizando os meios de comunicação para suprir a demanda local. As informações são passadas para cada setor de produção até que chegue ao usuário final. Assim, foi constituído não só um equipamento que protegerá profissionais da saúde, mas uma nova forma de indústria. Conseguimos então ajudar diretamente no combate ao COVID-19, mesmo tendo a restrição imposta pela quarentena”, explica Leonardo.

Texto: Greicielle dos Santos - bolsista Dcom

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