Embaixadores UFLA: Elisa

Embaixadores UFLA: Elisa

Elisa tem 26 anos e formou-se em Administração Pública em 2018 na #UFLA. Atualmente atua como analista técnica de Consórcios Públicos.

Veja só seu relato sobre a vivência aqui na #UFLA e o conselho para os novos estudantes:

“Quando passei no vestibular, quase não acreditei de tanta emoção, fazia aproximadamente um ano e meio que estava estudando, e o curso que fui aprovada na UFLA, administração pública, não era a minha primeira opção, mas com o decorrer da graduação acabei descobrindo uma verdadeira paixão, me envolvi em vários projetos que mostraram a minha vocação. Sem dúvidas a UFLA foi extremamente importante para minha descoberta enquanto profissional. Tive a sorte de ter excelentes professores ao longo do caminho, mas alguns em especial me marcaram mais e recebem meu agradecimento especial, entre eles Gustavo Costa, Júlia Moretto, Natália Joaquim e Denis Renato. A universidade me abriu muitas portas e os diversos projetos de pesquisa e extensão que participei contribuíram para minha formação e atuação profissional. A participação em atividades de pesquisa e extensão faz toda a diferença para nos tornarmos bons profissionais no futuro, não só pela qualificação, mas para que possamos identificar o que realmente gostamos e qual carreira queremos trilhar. Algumas experiências têm mais peso em nossas decisões de carreira, o que para mim aconteceu ao participar do Observatório de Políticas Públicas e da Alfa Pública Jr, esses dois ambientes, de fato contribuíram na decisão dos meus objetivos de vida profissional. Atualmente, trabalho como analista técnica na Confederação Nacional de Municípios (CNM) e estou alocada na área de Consórcios Públicos.


Ainda estou no início da minha carreira, mas já me considero uma profissional bem sucedida, isso porque terminei a graduação já no mercado de trabalho, na época estava trabalhando na Prefeitura Municipal de Lavras, na Secretaria de Desenvolvimento Social, mas pouco tempo depois da colação de grau, me mudei para Brasília para assumir o cargo na CNM. Não tenho dúvidas, que só alcancei este lugar, por todas as oportunidades que a UFLA me ofereceu. Durante a graduação eu participei do máximo de atividades que pude, dentre núcleo de estudos, empresa jr, representação estudantil e pesquisa, e foram essas atividades que me permitiram ter um bom currículo para concorrer no mercado profissional. O que mais me faz falta da época de estudante sem dúvidas é o convívio com os amigos, jantar no RU, bater papo no centro de convivência, ouvir música no intervalo, as longas filas no xerox e a rotina intensa de atividades, é o famoso “depois que passa a gente sente falta”, mas eu sempre gostei e me dediquei muito dentro de tudo que me propus a participar. Ainda tenho muitos sonhos para minha carreira, mas estou trabalhando intensamente para alcança-los. O segredo é ter paciência, tranquilidade e traçar metas e objetivos. Assim, como na universidade a rotina profissional é intensa e requer muita dedicação para realizar tudo aquilo que almejamos, mas desistir nunca deve ser um caminho. Às vezes precisamos parar e respirar um pouco, mas sempre devemos lembrar que a UFLA nos formou com excelência. Hoje tenho a consciência da importância que os profissionais do campo de públicas possuem no desenvolvimento do nosso país, na busca de equidade na sociedade. Carrego comigo a responsabilidade de lutar pela implementação de políticas públicas de qualidade, que atendam as demandas do povo e que assegurem a dignidade humana. Sou muito grata a todas as oportunidades que a universidade me deu, e se eu puder dar um conselho para quem está chegando agora é aproveitar as oportunidades, mas é preciso correr atrás, isso irá ajudar a identificar seus gostos e objetivos profissionais. É importante também se divertir, fazer amigos e relaxar, às vezes a graduação nos coloca muita pressão, e manter uma vida social ajuda nos momentos de pressão. Eu só tenho a agradecer por ter me formado em uma universidade tão bem conceituada, com tanta qualidade, pública e gratuita.

Embaixadores UFLA – Flávia de Simone

Embaixadores UFLA – Flávia de Simone

Flávia de Simone tem 27 anos e formou-se em Nutrição na #UFLA no ano de 2016. Atua hoje como nutricionista clínica na cidade de Perdões- MG.

Veja só seu relato sobre a vivência aqui na UFLA e o conselho para os novos estudantes:

“A #UFLA, como todos sabem, é uma universidade renomada, e me ofereceu o melhor da área de Nutrição durante a graduação. Tive ensinamentos que contribuem não só com minha formação, mas também com a pessoa que me tornei. Pude fazer parte de projetos de extensão na área de Nutrição e Saúde Pública, fui membro de núcleos de estudos (Nesmi e Nenucli) e da empresa júnior do curso, a Nutre Jr. Sinto muita saudade da época de estudante, principalmente dos amigos, além de sentir falta da presença dos meus queridos professores do DNU (Departamento de Nutrição), que sempre estavam dispostos a compartilhar seus conhecimentos.

Hoje, posso dizer que sou realizada profissionalmente, continuo em busca de conhecimento, algo que inclusive aprendi na UFLA: nunca parar e estar sempre renovando e inovando. Consigo exercer meu trabalho com excelência, e com certeza meu aprendizado e minhas experiências adquiridas na #UFLA me ajudam muito. Um conselho para os novos estudantes é: aproveitem ao máximo a universidade, as disciplinas, os professores, os departamentos e tudo que a Universidade proporciona. Aprendam o máximo que puderem, corram atrás dos objetivos. Depois que saímos e começamos a andar com nossas próprias pernas, tudo aquilo que vivemos lá dentro da UFLA conta.”

Embaixadores UFLA: Sheila Maria Resende

Embaixadores UFLA: Sheila Maria Resende

Sheila Maria Resende formou-se em Agronomia pela #UFLA no ano de 2011, licenciada em Letras também pela instituição (2016), Mestra em Linguística pela Unicamp (2018), e atualmente doutoranda em Linguística no Instituto de Estudos da Linguagem- IEL/UNICAMP em cotutela com o Centre Universitaire de Recherches sur l’Action Publique et Politique- Université de Picardie Jules Verne, em Amiens, França.

Veja só seu relato sobre a vivência aqui na #UFLA e o conselho para os novos estudantes:

“Sou lavrense e de família com poucos recursos financeiros. Ter uma universidade como a UFLA na cidade é um privilégio enorme, porque pude estudar numa instituição pública de qualidade. As minhas duas formações, tanto em Agronomia, quanto em Letras, ambas feitas na UFLA, são a base do meu percurso, que tem sido bastante produtivo, e me deram a oportunidade de ser a profissional que sou hoje. Desde o 1º período da minha graduação em Letras na UFLA participei de projetos de pesquisa. Também fui professora-bolsista pelo programa Idiomas Sem Fronteiras da CAPES, e dei aulas de inglês para a comunidade acadêmica. Hoje, sou uma profissional de excelência. Primeiramente porque tive a oportunidade de frequentar instituições de ensino de qualidade, que me abriram portas para as mais diversas sortes de realização profissional (e pessoal também, afinal não há possibilidade de compreender essas duas dimensões de forma estanque).

Nessas instituições eu tive professores, colegas e amigos maravilhosos, que me inspiraram e me inspiram até hoje, e que foram grandes incentivadores da minha carreira. No que toca a realização, eu me dei a oportunidade de buscá-la, não tendo jamais a certeza se a encontraria. Eu me permiti cursar uma segunda graduação, em Letras, porque sempre amei línguas e queria ser professora. E agora tenho a oportunidade de resgatar um pouquinho da minha formação nas agrárias, trabalhando com cafeicultoras. Esse olhar interdisciplinar, que permitiu fazer conversar minhas duas formações, me faz imensamente feliz. O que mais sinto falta é da leveza da vida na época dos estudos. Particularmente na minha primeira graduação, as memórias que tenho são das conversas com os amigos na cantina, das festas, do ponto de carona. Na recepção de calouros da minha graduação em Letras, tivemos uma palestra com um homem muito sábio que dizia: ‘calouros, amem seus professores’. As palavras deles ressoam na minha cabeça e no meu coração até hoje. Eu sempre segui à risca esse conselho. Amei meus professores. E sou muito orgulhosa e feliz com tudo que pude colher dessa relação de respeito inerente ao amor. Então é isso que eu diria: colegas, amem seus professores.”